terça-feira, 10 de julho de 2012

Férias paradoxal

Férias é um paradoxo. Estou cansada.

Tenho uma lista de coisas que quero fazer. Entre elas estudar para o meu relatório de estágio (que envolve teoria arquivística e metodologia histórica), estudar inglês, espanhol (coisa que nem comecei), voltar a praticar corrida e ler O Cemitério de Praga de Humberto Eco. De tudo isso, a única coisa que fiz foi voltar a correr.

Uma vez li na internet que o corpo "responde rápido aos bons tratos". Aos maus também. Mas voltar a correr tem sido um prazer.

Do resto... Nada. Isso porque queria incluir nas minhas férias uma viagem de uma semana, ida ao dentista e... Descanso!

Incrível! Quanto mais tempo se tem, menos consigo fazer!

Lembro do post que escrevi sobre ter menos horas no dia, para que os afazeres diários não nos sobrecarregassem. Oras, nas férias (mas somente nas férias), poderia ter um pouco mais de horas os dias, pois, assim, dedicaríamos mais tempo para nós mesmo e não para o trabalho e/ou faculdade (como tenho feito agora). Ops! Estou caindo nas armadilhas da contradição.

No fim, acho que se trata de um enigma. Um puzzle que tenho que resolver na minha vida e transformar as férias em algo produtivo, mesmo que falte tempo. Antes que ela acabe.

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